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fontes

nós de fonte são o ponto de entrada de um pipeline: conectam a um sistema — banco de dados, api, saas, bucket ou outro lakehouse — e trazem os dados para dentro do fluxo visual, prontos para serem transformados, validados e governados.

toda a leitura é somente leitura nos sistemas de origem: a datablixt nunca escreve de volta no banco, na api ou no bucket que você conectou como fonte. isso elimina o risco de um pipeline mal configurado corromper um sistema operacional em produção.


conectores disponíveis

conector quando usar
auth rest a api de destino exige login separado (usuário/senha → token) antes de qualquer chamada de dados
api rest consumir qualquer api http/rest — saas, sistema interno, integração de parceiro
postgresql / sql server / mysql / oracle extrair de bancos relacionais transacionais (erp, crm próprio, sistemas legados)
bigquery consumir datasets já modelados no bigquery (analytics, data warehouse existente)
salesforce extrair objetos de crm (contas, oportunidades, leads) via soql
mongodb extrair coleções de bancos de documento (logs, eventos, catálogos flexíveis)
s3 / minio ler arquivos (parquet, csv, json, excel) de um bucket próprio do cliente
db metadata descobrir schema, tabelas, colunas e constraints de um banco antes de montar o pipeline
lakehouse reader consumir uma tabela já governada em outro pipeline / camada do seu próprio lakehouse

como escolher

  • já existe um pipeline anterior escrevendo os dados no seu lakehouse? use lakehouse reader — é a forma mais barata e mais rápida de encadear pipelines (bronze → silver → gold).
  • precisa de dados de um sistema transacional (erp, banco próprio)? use o conector de banco relacional correspondente.
  • a fonte é uma api que exige login em duas etapas (primeiro autentica, depois consulta)? combine auth restapi rest, reaproveitando o token gerado.
  • não sabe ainda o que existe no banco de origem? rode um db metadata primeiro para inspecionar tabelas e colunas antes de desenhar o pipeline de extração.

como funciona a execução

  1. o nó de fonte é configurado com a conexão/credencial e os parâmetros de extração (query, endpoint, bucket, etc.)
  2. ao rodar o pipeline, os dados são lidos do sistema de origem
  3. o resultado fica disponível como uma tabela de trabalho, consumida pelo próximo nó do canvas
  4. nenhuma escrita ocorre no sistema de origem — a leitura é sempre não destrutiva
sistema externo (somente leitura)
nó de fonte
tabela de trabalho do pipeline
próximo nó (fábrica, quality gate, lakehouse writer...)

modo de amostra

ao testar um nó de fonte individualmente no builder, o volume de dados é limitado automaticamente (uma amostra) e recursos como paginação completa ficam desabilitados — isso acelera a validação da configuração sem consumir todo o dataset de origem.