criando um pipeline¶
um pipeline nasce simples: um nome e, opcionalmente, um agendamento. o resto — os workflows que ele executa, o ambiente para onde é promovido — vem depois.
1. criar o pipeline¶
- dentro do workspace, acesse pipelines → novo pipeline.
- informe:
- nome — identifica o pipeline na lista (ex:
sync-pedidos-ecommerce). - agendamento (opcional) — uma expressão cron, se você já souber a frequência desejada. pode ser configurado depois, em agendamento.
- sla em minutos (opcional) — o tempo máximo esperado de execução; se o pipeline ultrapassar esse limite, um alerta de estouro de sla é disparado.
- nome — identifica o pipeline na lista (ex:
- confirme. o pipeline é criado na branch
developer, inativo — ele não roda automaticamente até você ativá-lo.
2. vincular workflows ao pipeline¶
um pipeline executa um ou mais workflows, em ordem:
- abra o pipeline e acesse workflows.
- vincule um workflow existente ou crie um novo diretamente ali — veja criando um workflow.
- se houver mais de um workflow, defina a ordem de execução arrastando-os na lista.
3. ativar o pipeline¶
com pelo menos um workflow vinculado e testado, clique em ativar. a partir daqui, o pipeline passa a rodar conforme o agendamento configurado (ou pode ser disparado manualmente a qualquer momento).
para pausar temporariamente sem perder a configuração, use pausar — o pipeline permanece configurado, só não dispara novas execuções agendadas.
4. rodar manualmente (antes de agendar)¶
antes mesmo de configurar um cron, você pode disparar uma execução manual para validar o pipeline de ponta a ponta — útil para conferir o resultado no catálogo antes de deixá-lo rodando sozinho.
próximos passos¶
- branches de ambiente — o pipeline nasce em
developer; veja como e quando promovê-lo - agendamento — configurando a recorrência via cron
- monitoramento — acompanhando as execuções
- alertas — sendo avisado quando algo falha