primeiros passos¶
bem-vindo à datablixt. esta seção existe para provar, na prática, a promessa da página inicial: você consegue sair do zero e chegar a um pipeline de dados publicado, agendado e monitorado — sem escrever código de infraestrutura e sem depender de outro time.
o fluxo completo, em uma imagem¶
toda operação na datablixt segue a mesma hierarquia, do mais amplo ao mais específico:
workspace → seu espaço de trabalho (equipe, projeto ou área de negócio)
└── lakehouse → onde os dados tratados são governados (bronze/silver/gold)
└── pipeline → o container que agenda e executa um workflow
└── workflow → o fluxo visual: fontes → transformações → gravação
└── run → cada execução, com logs e status por nó
não é preciso decorar essa hierarquia antes de começar — ela fica óbvia assim que você cria o primeiro workspace. mas vale entender a lógica: workspace é onde tudo vive, lakehouse é onde o resultado fica guardado, pipeline é quando e como o workflow roda, e workflow é o que efetivamente acontece com o dado.
o que você vai aprender nesta seção¶
- quickstart — criar um workspace, um lakehouse e o primeiro pipeline funcionando, com um exemplo prático (sincronizar pedidos de um e-commerce).
- conceitos — o glossário de referência da plataforma, para consultar sempre que um termo não estiver claro.
por que a curva de entrada é curta¶
o construtor de workflows da datablixt é visual: você arrasta nós, conecta setas entre eles e configura cada um pelo painel lateral — sem escrever scripts de integração, sem provisionar infraestrutura, sem aprender uma linguagem de orquestração nova. quem já usou uma ferramenta de automação (n8n, Zapier, Power Automate) reconhece o padrão imediatamente.
isso não é um atalho que sacrifica robustez: por trás de cada workflow existe agendamento confiável, controle de versões, ambientes separados (desenvolvimento e produção) e um lakehouse governado — só que tudo isso é configurado clicando, não codificando.
próximo passo¶
→ siga para o quickstart e publique seu primeiro pipeline agora.