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merge

controle

consolida os dados de múltiplos nós upstream em um único dataset, empilhando as linhas de cada origem (schema-aligned) — diferente do nó join, que cruza colunas de duas tabelas por uma chave comum.


quando usar

  • consolidar o mesmo tipo de dado vindo de múltiplas origens (ex: vendas da filial a + vendas da filial b) em um único fluxo
  • unificar resultados de diferentes ramos de um branch ou split de volta em um único caminho antes do lakehouse writer
  • juntar extrações paralelas de fontes equivalentes (ex: o mesmo relatório, extraído de dois bancos regionais diferentes) antes de uma agregação única

como funciona

o nó merge aceita múltiplas conexões de entrada. ao executar, ele empilha todas as linhas de todos os nós conectados em um único dataset — colunas com o mesmo nome são alinhadas automaticamente; colunas presentes em apenas algumas das origens recebem valor nulo nas demais.

[extração filial A] ──┐
                       ├─→ [merge] → [fábrica] → [lakehouse writer]
[extração filial B] ──┘

configuração

campo tipo descrição
label string nome de exibição do nó no canvas

não há parâmetros adicionais — basta conectar todas as origens que devem ser consolidadas às entradas do nó merge.


merge vs. join

este é o ponto de maior confusão do builder — os dois nós parecem semelhantes, mas resolvem problemas diferentes:

você precisa de... use
empilhar linhas de múltiplas fontes com colunas equivalentes em um único dataset merge (este nó)
cruzar colunas de duas tabelas por uma chave comum (ex: pedidos + clientes por cliente_id) join

se depois de um merge você perceber que precisa combinar colunas por chave (em vez de apenas empilhar linhas), o nó certo é o join, não o merge.

colunas divergentes entre origens

se as fontes conectadas ao merge têm nomes de coluna diferentes para o mesmo dado (ex: cliente_id em uma e id_cliente em outra), use um renomear campo em cada origem antes do merge, para garantir que as colunas se alinhem corretamente.